Monday, September 24, 2007

Subitamente.

Pe's descal,cos na relva, vontade de ficar e ao mesmo tempo partir! Perco o norte, no baloiço, para a frente e para tra's, como querendo voltar a ser criança, sorrisos fa'ceis, alegrias constantes, vento sopra, baralhando cada vez mais, quase tudo, quase nada, coisas sem sentido, vontade de gritar, fugir ate' na~o poder mais e por fim cansada de tanto andar perdida, sentar-me e poder dizer que ja' esta' tudo bem, que as deciso~es que tomarei sera~o as mais correctas independentemente das consequencias q teriam na~o me iria arrepender.

No meio de tudo, sendo nada, a mu'sica toca por dentro e por fora, acalma mas tambe'm traz lembranças du'vidas , questo~es, na~o traz ordem , so' desordem. . . Aptece-me poder controlar tudo! Poder dizer que na~o vou mais continuar desta maneira, porque a verdade de hoje pode ser a mentira do amanha~ de ontem ! Esta rotina, estes erros sempre iguais, sufocam-me , aptece-me mudar, mas levou muito tempo ate' contruir tudo e na~o sera' de um dia para o outro que se desfaz toda a embrulhada, e e' isto que me mata! Talvez na~o seja preciso mudar muito, apenas soltar ligeiramente o papel, para q tudo acalme, mas e se esta promessa de ligeiro desembrulho for so' ilusa~o como tantas outras coisas?
"PRomessas perdidas escritas no ar"
A noite cai, e continuo na mesma , sem soluço~es so' perguntas, tantas coisas sem sentido, tantas peças que na~o encaixam, tantas coisas sem um porque^! Voltem dias de criança, idas ao parque, a' piscina, de brincadeiras na areia, na a'gua, no jardim. Voltem dias de inoce^ncia, de gente verdadeira, de perguntas fa'ceis e respostas ainda mais!

Tanta confusa~o, nenhuma resposta, a lua ja' da' sinais de brilho, começa a regar, mas mantenho-me esta'tica na espreguiçadeira como se nada se passa-se, como se aquela a'gua pudesse levar com ela todos os meus problemas , as minhas incertezas, mas no final o u'nico resultado daquilo tudo e' o estado da roupa e do cabelo. . . O vento vai soprando cada vez mais veloz, e' altura de ir para casa tomar um banho de a'gua quente, porque o que não tinha sentido , sem sentido esta' , "e o tempo que ta~o sabiamente nos apaga desejos incendia'rios e nos resolve dramas de tirar o sono e' mais uma vez o nosso maior aliado"

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